Pronúncia em Inglês: 4 Prioridades Para Brasileiros Aprenderem

Existem falantes de língua inglesa em todo o mundo. Alguns nativos e outros não. Diante desse cenário, é muito importante que os estudantes aprendam e tenham habilidade para se comunicar com uma grande variedade de falantes, sabendo que cada um deles terá um sotaque característico de sua língua materna.

 

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A pesquisadora Laura Patsko* explica que existem alguns pontos fundamentais que permitem que todos compreendam a língua inglesa, como a produção dos sons das consoantes, o contraste entre sons curtos e longos das vogais, a combinação entre duas consoantes e a localização apropriada das sílabas tônicas, por exemplo.

 

Em relação a questões que são específicas para os estudantes brasileiros, Laura aponta algumas, oriundas de estudos da fonética e fonologia das línguas, muito importantes para tentar minimizar os “erros” mais comuns que cometemos ao conversar em inglês.

 

Um exemplo disso está na diferença entre os sons /t/ e /tʃ/ ou /d/ e /dʒ /. Para os falantes de português, o modo de pronunciar o som de “T” ou “D” não produz diferença de significado (ou seja, não importa como a pessoa fala a palavra “leite” ou “dia”, o significado será sempre o mesmo). Já no inglês, esses dois sons produzem palavras com significados diferentes, e por isso é necessário estar atento à pronúncia.

 

Apresentamos 4 questões que costumam ser verdadeiros desafios para brasileiros falantes de inglês:

 

Particular

 

1. Diferença entre /t/ e /tʃ/ ou /d/ e /dʒ/:

Em inglês, uma palavra como ‘tip’ não pode soar como ‘cheap’, por exemplo.

 

2. Aspiração dos sons /p/, /t/ e /k/:

No início das sílabas, alguns sons de P, T e K são aspirados e não oclusos, como na maior parte de suas ocorrências em português.

 

3. Articulação dos sons /m/ e /n/:

No final das sílabas, é importante prestar atenção na pronúncia de /m/ e /n/, por exemplo “some”, “sun” e “sung” devem ser falados bem diferentes.

 

4. Duração das vogais:

Se em português não existe diferença entre a duração dos sons, em inglês, é um fator importante. “Bird” deve ser diferente de “bad” e “bed”.

 

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*Laura Patsko, uma das pesquisadoras responsáveis pelo desenvolvimento pedagógico dos materiais da Cambridge University Press ELT.
Fonte: https://www.facebook.com/notes/cambridge-university-press-brazil/